Arquivo para Fevereiro, 2008

Blog recomendado

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 28, 2008 por blogdoporpetta

Recomendo a leitura do blog do Deputado Federal Ivan Valente (PSOL-SP). Não só por ser do meu partido, mas por conhecê-lo bem e saber que este é um mandato sério e comprometido com as lutas do povo.

A prova que o socialismo tem espaço na sociedade e nunca morrerá como querem alguns.

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)

A quem responde o Neto?

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 28, 2008 por blogdoporpetta

Neto acabou de afirmar que Adriano não está jogando nada e deve ir pro banco de reservas.

Talvez tenha até razão, afinal ele ainda não está jogando o que pode.

Mas durante o comentário Neto diz: “Ele só dá entrevista pra Globo!”

Afinal, o comentário dele é técnico ou porque ele só dá entrevista pra Globo?

Conhecendo a imprensa esportiva como a gente conhece, essa segunda hipótese não seria nenhum absurdo.

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)

Enfim, a estréia!

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 28, 2008 por blogdoporpetta

O Flamengo fez ontem no Maracanã sua estréia (de fato) na Libertadores.

Jogou mal, mas o suficiente pra vencer o Cienciano do Peru por 2 x 1.

O primeiro tempo foi terrível, nenhum chute a gol (exceto o do gol de Souza), pouca criatividade e uma falha coletiva de defesa e goleiro aos 46 min que culminou no gol de Vassalo para o Cienciano.

O segundo tempo foi um parto, enquanto o Flamengo atacava o Cienciano assustava nos contra-ataques, e inclusive teve um gol mal anulado pelo árbitro.

Sobrou para Marcinho salvar o Flamengo desta vez, com um gol aos 43 min, com um passe de peito de Obina, que entrou bem, tal como Marcinho. Um alívio!

Mereceu a vitória, mas vai ter que jogar bem mais para ganhar a Libertadores. Pelo menos já somos líderes do grupo.

Destaque mesmo foi pra galera rubro-negra, em menor número por conta da ressaca do bi da Taça GB (27 mil pagantes e 31 mil presentes), que criou outra musiquinha pra sacanear os botafoguenses: “E ninguém cala esse chororô. Chora o presidente, chora o time todo, chora o torcedor!!”

Agora, que venha o Nacional em Montevideo!!

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)

Vale a pena dar uma olhadinha…

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 26, 2008 por blogdoporpetta

Entrou na minha lista de recomendações o Blog da APS Bahia. Pra quem não sabe, sou militante da Ação Popular Socialista (APS). Este é o blog dos meus camaradas baianos.

 Bora Bahia, minha porra!!!

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)

Meu primeiro gol no Maraca!!!

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 26, 2008 por blogdoporpetta

Domingo, dia 24/02, finalíssima da Taça Guanabara entre Flamengo e Botafogo. Jogo duro, com todos os elementos de um grande clássico, lances agudos, confusão, briga, expulsões, estádio lotado (pouco mais de 84 mil presentes) e um cheiro forte de empate no ar.

Primeiro, cabe ressaltar que, ao olhar o Maracanã, me lembrou um pouco àqueles jogos dos anos 50/60 que passavam no Canal 100. As duas torcidas faziam um espetáculo maravilhoso e um barulho ensurdecedor. As muitas bandeiras tremulavam de lado a lado, os braços sacudiam-se fazendo o mar de gente se assemelhar a uma tormenta.

O jogo era bom, o Botafogo abriu o placar no primeiro tempo, gol de Wellington Paulista. O Flamengo empatou no segundo, sob uma chuva torrencial que durou desde o início do lance até o final das polêmicas expulsões de Souza, do Flamengo, e Zé Carlos, do Botafogo. O gol foi de pênalti, de Ibson.

A expulsão de Lúcio Flávio, do Botafogo, justa por sinal, incendiou a torcida rubro-negra. E esta empurrou o time pra cima do Botafogo. A torcida do Botafogo se segurava e empurrava o Fogão nos contra-ataques.

Um clássico digno de ser chamado de clássico!

O Flamengo vai mais à frente com a entrada de Diego Tardelli no lugar de Toró. E insiste. Mas o clássico parece fadado ao empate.

Eis que o Botafogo vai à frente, a zaga rubro-negra corta. A bola sobra para Ronaldo Angelim que, por um momento, sonhou que era Gerson e deu um lançamento de 40 metros nos pés de Kleberson, este rolou para Léo Moura que partiu pra cima dos zagueiros e, quando chegou próximo à meia-lua da grande área do Botafogo, passou para Diego Tardelli – este entrou em campo com a missão de superar as desconfianças da torcida – que dominou a bola, viu sua vida toda passar naquele momento, era o seu momento, ou virava herói ou vilão, o jogo chegava aos 47 do segundo tempo. Ele bateu na bola, com categoria, buscou o canto.

Foi aí que eu apareci, estava na arquibancada, de frente pro lance. Vi aquela bola indo fora, mas não queria perder aquele título, e tive que intervir. Cravei os olhos na bola e, com os olhos, coloquei ela lá dentro, 2 a 1 Flamengo. A nação estava em festa!

O juiz não viu e deu o gol para Diego Tardelli, mas não me importei. O importante foi que nem as duas investidas do Botafogo até o final do jogo nos tiraram aquele título. Flamengo, bicampeão da Taça Guanabara!

No dia seguinte, caminhando com a camisa do Mengão pelas ruas de Copacabana, as pessoas me cumprimentavam. Eu já tinha realizado meu grande sonho, fiz um gol no Maracanã e me tornei um herói rubro-negro!

Mas agradeço imensamente ao Diego Tardelli pelo passe!

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)

É hoje!!!

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 24, 2008 por blogdoporpetta

Daqui a alguns instantes vou me dirigir ao Maracanã assistir ao jogo Flamengo X Botafogo pela final da Taça Guanabara. Prometo que só vou buscar o caneco e volto.

A promessa é de um jogaço, embora não descarte a possibilidade de ser um jogo truncado e com muitas faltas.

A escalação no Botafogo já confirmou desfalques importantes, como Jorge Henrique. No Flamengo, Joel fez algumas experiências durante a semana, possibilidade de surpresas na escalação.

Mas mesmo assim, repito. Só vou buscar o caneco e volto!

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)

A renúncia de Fidel e a farra da mídia

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 21, 2008 por blogdoporpetta

O dia 18 de fevereiro de 2008 entrou pra história. Vai ser daqueles dias que aparecerão em livros de História Geral dos nossos filhos ou netos. Fidel Castro Ruz, revolucionário cubano que liderou um dos acontecimentos mais marcantes da história da América Latina e do mundo, a Revolução Cubana, renunciou ao posto de Presidente do Conselho de Estado e de Comandante-em-chefe das Forças Armadas de Cuba, depois de 49 anos à frente do processo revolucionário naquele país que, a partir de 1º de janeiro de 1959 deixou de ser apenas um prostíbulo dos EUA para se tornar de fato uma nação soberana.

São incontáveis os avanços do ponto de vista social em Cuba, país onde o analfabetismo foi erradicado, onde a saúde pública é modelo para todo o mundo, onde a mortalidade infantil é quase zero. Isso tudo não se passa numa grande potência mundial, com território vasto, mas sim numa pequena ilha do Caribe, próxima ao litoral da Flórida, nos EUA.

Além destes ensinamentos que Cuba nos deixa, de como é possível avançar tanto em algumas áreas e se modificar completamente o papel de um país para o mundo, fica também o exemplo da resistência de um povo. A proximidade dos EUA fez com que Cuba se tornasse um alvo preferencial do imperialismo estadunidense. Como poderia uma nação se declarar socialista debaixo das barbas do império? Os EUA responderam com um embargo econômico e ameaças militares que, a grosso modo, impediram Cuba de se tornar um país mais próspero. Mas mesmo assim Cuba resistiu. Provou que era possível enfrentar o imperialismo sem abaixar a cabeça e recuar um milímetro que fosse para satisfazer os EUA. E Fidel encarnava essa resistência. Foi considerado um inimigo pelo império e assim chegou até aqui, quase 50 anos depois.

Encerra-se um capítulo numa história de resistência popular e de concretização de um sonho socialista, apesar das dificuldades e das nuances necessárias para se garantir as conquistas, mas não se encerra o sonho nem a resistência.

A renúncia de Fidel não é o fim do socialismo em Cuba. Não é a abertura para a sanha do imperialismo. Não é a brecha para a imposição da “democracia” dos EUA. Ela é só o encerramento de uma tarefa cumprida por um dirigente comunista. Outras virão, como disse o próprio Fidel em sua nota de renúncia.

A repercussão da renúncia de Fidel foi mundial. Os países pró-imperialistas se apressaram em dizer que abriam-se as portas da “democracia”, a mesma “democracia” de George W. Bush no Iraque e no Afeganistão, que é a democracia do terror. Os pré-candidatos à Casa Branca afirmaram a necessidade de se garantir uma transição para essa tal “democracia”.

No governo brasileiro, opiniões diversas, fruto da “diversidade” ideológica do governo. Enquanto Lula, mesmo que moderadamente, dizia que Cuba não deve se tornar um campo de conflito por parte dos “cubanos de Miami”, o vice-presidente José de Alencar fazia coro com a direita que nunca suportou Fidel e a revolução cubana. Coisas de um governo de “coalizão”.

Mas vergonhoso mesmo foi o papel da mídia neste processo. A Rede Globo, um verdadeiro consulado midiático dos EUA no Brasil, dedicou o dia todo a desdenhar dos avanços da revolução cubana e a comemorar, de forma velada como dita o padrão Globo de “jornalismo”, a possível abertura de Cuba ao capitalismo. Afirmava que Raul Castro era um defensor do modelo chinês de abertura, que outro possível candidato ao posto de Fidel gostaria de negociar com os EUA o fim do embargo a Cuba, que outro defendia o processo ocorrido na União Soviética. Ou seja, a família Marinho – a maior máfia existente no Brasil – decretava por si só o fim do socialismo em Cuba e no mundo, classificando como anacrônicas e ultrapassadas as idéias de um mundo mais justo e igual.

Outra abordagem deprimente foi justamente de um jornal dito “popular” pertencente à máfia dos Marinho. O jornal Extra do Rio de Janeiro estampava uma foto de Fidel com o corpo arqueado para a frente e com a mão próxima à boca além da seguinte manchete: “Fidel chama o Raul”. Fazia referência à provável manutenção de Raul Castro à frente do governo cubano, mas também é um trocadilho a uma expressão popular (quando associada à foto) que significa vomitar.

Esta é uma demonstração do êxtase da mídia burguesa com a renúncia de Fidel. Com a tentativa de se consolidar para a história a experiência cubana como um atraso, um retrocesso que atirou o povo cubano na miséria. Nada mais falacioso. Cuba é um exemplo de resistência. Se não é o socialismo ideal, com plenitude democrática, é ao menos uma ilha de avanços para o povo em meio a um mar de opressão que tomou conta do mundo com o fim do socialismo no leste europeu e da bipolarização mundial.

Cabe aos povos de todo o mundo e, em especial, à militância comunista reivindicar esse processo cubano como um processo identificado com a luta dos trabalhadores e defender Cuba dos ataques vindouros por parte do capitalismo, além de resgatar a história de luta e resistência do povo cubano, e de Fidel, Che e outros líderes, contra a opressão imperialista e em busca de um mundo mais justo, ou seja, um mundo mais parecido com Cuba.

Hasta la victoria, siempre

Viva Fidel! Viva o povo cubano! Viva o socialismo!

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)

Mais um blog recomendado

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 18, 2008 por blogdoporpetta

Este é de um grande amigo, o cineasta Luis Carlos de Alencar. Se chama Café Queimado e em sendo blog de cineasta possui muitos vídeos interessantes.

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)

Ponte está com a macaca

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 18, 2008 por blogdoporpetta

Na condição de flamenguista, portanto, torcedor do time dos oprimidos e explorados do Brasil, venho dar os parabéns à Ponte Preta, líder do Campeonato Paulista, seis pontos à frente do todo-poderoso São Paulo, visto que a Macaca é o time dos oprimidos e explorados de Campinas.

Isso que é solidariedade de classe!

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)

Uma virada pra lavar a alma

Postado em Sem-categoria em Fevereiro 18, 2008 por blogdoporpetta

Ontem fui ao Maracanã, infelizmente, nas cadeiras azuis (as antigas gerais) assistir à semifinal da Taça Guanabara entre Flamengo e Vasco.

Embora ainda seja melhor que as arquibancadas brancas, onde o clima de velório impera, lá também não é dos lugares mais animados. Mas até que pra ver bem o jogo serviu.

Deu pra ver um Flamengo lento no primeiro tempo, embora melhor, mas sem velocidade nenhuma e permitindo ao Vasco recompor sempre a defesa nas investidas rubro-negras, além de sair em contra-ataques que assustavam vez por outra.

Quando Jônatas foi revelado pelo Flamengo, eu gostava dele. Se era lento na marcação, tinha boa saída de bola, conseguia armar o jogo com alguma habilidade. Hoje, nem isso ele faz. Como eu amo o Flamengo, e não o Jônatas, sugiro ao Joel que o coloque no banco. Ele vai ficar triste, até imagino o quanto, mas tem 40 milhões de torcedores que vão adorar ter um volante mais rápido. Dá uma olhadinha no Cristian, Joel!

Outra coisa é o Ibson. Ele joga muito. Marca bem e apóia bem o ataque, mas não é meia, é volante! No máximo, terceiro homem do meio-campo. Ou seja, precisamos de um meia de verdade! Na ausência do Renato Augusto, põe o Marcinho. Mas põe no meio, viu Joel!?! O menino entrou bem no jogo ontem, deu mais velocidade pro time, apesar de ter sido colocado no ataque, o que não é a dele.

Noves fora, o segundo tempo acabou sendo bem melhor. Com mais velocidade o Flamengo conseguiu criar bem mais chances de gol do que no primeiro tempo. E ainda teve o pênalti que aquela muralha chamada Bruno defendeu.

Os gols foram dos zagueiros Fabio Luciano e Ronaldo Angelim, os dois em jogadas de bola parada e os dois de cabeça. O do Vasco foi um golaço de Allan Kardec.

Edmundo reestreou pelo Vasco. Só foi notado na entrada em campo, no pênalti perdido e pelo chute que deu no braço de Fabio Luciano. De resto, ninguém viu.

Com essa vitória já chega a uma década o jejum do Vasco contra o Flamengo em jogos decisivos. E a torcida canta: “Já virou sacanagem, deixa de bobeira, deixa de bobagem…”.

Agora, que venha o Botafogo! Parada duríssima…

Abraços,

Bruno Padron (Porpetta)