Mas, afinal, quem é Porpetta?
Eu sou um cara de bermuda, chinelo e camiseta, comunista, ateu, que ama Black Sabbath, Beatles, Pearl Jam e Metallica, e dedica seu tempo precioso a venerar meu time de coração, o Flamengo!
Um ex-solteiro convicto recuperado por um anjo chamado Raissa, que além de ser aquilo que eu sempre desejei em uma companheira, também é rubro-negra. Não é fantástico?
Qualquer outra coisa além disso é absolutamente dispensável, embora mereça algumas considerações.
Sou um cara de bermuda, chinelo e camiseta porque nasci e fui criado numa cidade praiana, Santos, no litoral paulista.
Sou comunista, e como não acredito em comunista de poltrona, sou militante. Ex-militante do PT, agora no PSOL.
Sou ateu, um tanto por conta de minhas convicções ideológicas, outro tanto porque fui obrigado a fazer primeira comunhão na Igreja Católica, e creio que não tenha feito algo mais inútil do que isso na vida.
Sou amante de rock’n roll. Ouço muito rock’n roll e também pratico um pouco, pois tenho uma banda chamada Plano F. Já tive outras bandas, mas eram muito pesadas e hoje já não tenho nem mais garganta pra gritar o que eu gritava à época.
Sou Flamengo! Daqueles empedernidos, fanáticos, quase religiosos. Se houvesse um Deus em quem acreditasse o nome dele seria Arthur Antunes Coimbra, o Zico! Mas como não acredito em Deus, o acima referido dará nome ao meu primeiro filho, quando este resolver chegar ao mundo. Quer melhor homenagem ao homem que me fez feliz por uma década do que essa?
Aliás, adoro futebol! Em 90% das ocasiões estou falando disso. Em bares, padarias, restaurantes, aeroportos, rodoviárias, hospitais, escolas, universidades, clínicas de recuperação de toxicômanos, clínicas psiquiátricas, em qualquer lugar, estou falando de futebol. Geralmente com a soberba de quem o ama freneticamente. Em futebol, todo mundo sabe, e sabe mais que os outros. Nós, brasileiros, somos, individualmente, os maiores especialistas do mundo em futebol, e eu não fujo à regra.
Fiz esse blog pra me divertir, pra divertir os outros, às vezes informar, às vezes falar coisas que considero importante e que possam fazer algum sentido pra alguém. Se um desses objetivos se realizar em cada post, fico feliz!
Portanto, leiam, comentem, critiquem (superei o stalinismo), elogiem, xinguem, queiram me matar, mas, parafraseando o ex-presidente-galã Fernando Collor, não me deixem só! (risos, da frase, da situação e da cara do Fernandinho)
Sejam bem-vindos!
Abraços,
A Administração (risos da minha própria cara)
Dezembro 18, 2007 às 12:41 pm
Camarada porpetta,
Muito legal o blog
Um abraço
Claudinho.
Dezembro 18, 2007 às 6:29 pm
beijos porpetta!!!!!
Dezembro 21, 2007 às 12:52 pm
Caro blogueiro Porpetta
você que é um “radical livre”, talvez você possa me ajudar a compreender uma questão que muito me aflige: por que é que a maior parte, o grosso mesmo da esquerda brasileira caiu no papinho “humanitário” da Igreja, deixou de lado o marxismo libertário em nome da salvação das (próprias?) alminhas na porteira do purgatório e, com isso, deixou de atuar onde tinha que atuar, na hora certa, nos idos de 1950 a 1980? Será que foi pra eleger um presidente tão bonzinho como esse nosso? Como é que você vê isso, sr. Porpetta?
Um grande abraço
e continuo dizendo: Isso Mesmo!!!
Dezembro 24, 2007 às 10:49 pm
Caro Isso Mesmo,
Não diria que sou um “radical livre”, mas me reivindico comunista, sem nenhuma vergonha de dizer isso.
Com relação à Igreja, eu na condição de ateu, não creio que as grandes mudanças se darão nos marcos da religiosidade, mas devo reconhecer o importante papel da Igreja Católica progressista na construção de instrumentos fundamentais da esquerda, como o PT, a CUT, o MST e a UNE. Estas deram importante contribuição no embate de classes no Brasil, e a degeneração destes não se deve à relação com a Igreja, mas sim à capitulação de setores da esquerda ao social-liberalismo pós-queda do muro de Berlim e fim do bloco soviético.
A Igreja, ao contrário, foi importante também na construção de ações recentes como os plebiscitos da Alca, da Dívida e da Vale.
Obviamente a Igreja possui suas limitações em termos de formulação para uma nova sociedade, mas deve ser considerada, em seu setor ligado à Teologia da Libertação, uma aliada importante dos movimentos sociais e organizações de esquerda, principalmente na atual conjuntura, onde nosso projeto estratégico, o socialismo, se encontra derrotado e necessitamos fazê-lo ressurgir enquanto projeto alternativo para o Brasil e o mundo.
Abraços e é isso mesmo! rs
Bruno Padron (Porpetta)
Janeiro 17, 2008 às 12:11 am
mais simpatico todavia
Junho 20, 2008 às 12:25 am
Para os trutas dos velhos tempos!!!
Só posso dizer isso: SEO ARROMBADO!!!….. KKK
Abraço de Urso.